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Vacina é uma droga fortíssima

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Artigo escrito a partir de aula de aprimoramento com os ministros Susumu Nakahashi e Hiroki Nakahashi, ocorrida em 30 de junho de 2015, publicado em Kototama 3, disponível em nossa loja virtual.

Capa do livro de Kumiko Utagawa
Capa do livro de Kumiko Utagawa

Nas livrarias de todo o Japão, encontra-se à venda um livro com título um tanto chocante: O remédio produz a doença – mesmo assim, você vai continuar tomando?, de Kumiko Utagawa, formada em Ciências farmacêuticas, pela Universidade Meiji, em Tóquio.

   Atualmente é possível encontrarmos vários livros sobre o mesmo assunto sendo comercializados. Há pouco tempo, já comentamos sobre outro livro do médico radiologista Makoto Kondo, especialista no tratamento de câncer e professor na Universidade Keio, em Tóquio, Japão. Em seu livro 47 coisas que você precisa saber para que o médico não te mate, ele também faz duras críticas à medicina.

   Vivemos numa época em que as informações se propagam com muita facilidade. Vale ressaltar que são os próprios médicos e farmacólogos, ou seja, as pessoas que mais conhecem os componentes dos medicamentos, que estão lançando tais livros. Em suma, eles afirmam o mesmo que Meishu Sama diz: que os remédios não estão mais fazendo o efeito desejado. Na época, década de 1940 e 1950, não existiam médicos ou pessoas que abordavam o assunto. Era somente o Mestre, uma voz única.

   No livro que estudaremos hoje, a autora teve como base para sua pesquisa dados do Ministério da Saúde do Japão. O capítulo três, intitulado “Vacina é uma droga

Capa do livro de Makoto Kondo
Capa do livro de Makoto Kondo

fortíssima”, traz um assunto muito atual também no Brasil onde estamos em plena campanha de vacinação.

   “Quando se aproxima a época da gripe, o Ministério da Saúde* começa a veicular campanhas de vacinação. Divulgam amplamente em escolas e empresas e, dessa maneira, as pessoas sem nem pensarem a respeito, tomam a vacina por precaução. Os pais levam seus filhos para receberem a dose, pois assim lhes foi orientado.

   Todavia, penso que por mais que indiquem, nunca é bom tomar a vacina. Afirmo isso, não só em relação a vacina da gripe, mas também em relação a todas as outras.

   A vacina tem a função de deixar a pessoa imune e entre os diferentes tipos de tratamentos médicos é o método mais avançado. Mas, se olharem por outro lado, qualquer vacina que exista apresenta riscos de um terrível efeito colateral. Vocês entenderão melhor quando eu explicar o que de fato é uma vacina.

   Vacinar significa isolar um vírus e injetá-lo dentro do corpo. Com esse procedimento, o organismo produz os anticorpos necessários para combater a doença provocada por esse vírus. Mas se introduzissem o vírus ativo, não teria resultado favorável, pois a pessoa desenvolveria a doença. Para que isso não aconteça, é necessária uma substância que o torne inativo. No caso da vacina da gripe, usa-se o formol – que é altamente cancerígeno – e também o alumínio e o mercúrio, além de outras substâncias extremamente tóxicas.” (Utagawa, 2014)

   Em junho de 2008, a revista norte-americana Time já havia publicado uma reportagem intitulada “A verdade sobre as vacinas” que tratou do mesmo assunto. Segundo a reportagem, nas vacinas são utilizados componentes altamente tóxicos e cancerígenos como o alumínio que é um dos fatores que contribui para o desenvolvimento do Mal de Alzheimer. Outros componentes encontrados são o mercúrio, o sulfato de amônia, glutamato monossódico, até látex! Assim, quem quiser pesquisar, basta procurar para não sofrer influência de uma corrente de pensamentos que está totalmente equivocada. Vejamos mais um trecho do livro de Utagawa.

   “Como existem vários tipos diferentes de vírus da gripe que sofrem mutação a cada ano, a alternativa que o Ministério da Saúde apresenta para evitar epidemias é tentar prever qual será o tipo que irá infectar as pessoas na estação seguinte e, de acordo com essa estimativa, fabricar a vacina sem a plena convicção de que se está atuando na prevenção do vetor correto. Quando surge a gripe e o vírus disseminado é diferente do que está sendo imunizado pela vacina fabricada, o governo** tem que preparar um novo lote com urgência e o distribui em seguida, sem sequer ter feito os testes de segurança necessários. Com essa falta de estudos, o risco de efeitos colaterais só aumenta e infelizmente, essa é a real situação.

   Atualmente idosos, crianças, bebês e gestantes fazem parte do grupo de risco e têm por isso, prioridade na vacinação. Essas pessoas possuem baixa resistência, o que as deixa suscetíveis ao contágio. Esse ponto de fraqueza é justamente o que faz com que elas tenham mais riscos de sofrerem as reações adversas.

   Mesmo em relação àquelas que não pertencem ao chamado grupo de risco e são saudáveis, é impossível garantir que os efeitos colaterais não estejam causando danos terríveis ao organismo. De fato, o Ministério da Saúde tem registro de que algumas pessoas podem desenvolver fortes reações alérgicas a todas as vacinas, como também icterícia, deficiência hepática, asma, encefalite e Síndrome de Guillain-Barré***.

   Nos últimos anos, o governo tem divulgado amplamente campanhas de vacinação para combater o vírus HPV, a fim de prevenir o câncer de colo de útero. Essa vacina, também possui os mesmos efeitos adversos que as outras e, depois de tomar a dose, 20% das meninas apresentam vômitos, sentem dores nas juntas e na região pélvica. Esses dados são do conhecimento do Ministério da Saúde. Existem também, relatos de convulsão, tremedeira involuntária, além da Síndrome de Guillain-Barré e de encefalomielite aguda****.

   Segundo o Ministério da Saúde, entre outubro de 2010 e março de 2013, foram relatados 1190 casos de efeitos colaterais, após o uso da vacina contra o HPV. Em 2011, uma menina estudante do ensino fundamental II, morreu após receber a dose da vacina. Esse caso, também está registrado no órgão governamental. Como ela tinha problema cardíaco, tentaram usar esse dado como indicador da principal causa da morte, mas o fato é que ela somente veio a óbito após ter sido vacinada. Em 14 de junho de 2013, houve uma reunião na qual participaram profissionais da área para discutirem esse caso e, naquela ocasião, não foi possível afirmar com total segurança que a morte teve relação com a vacina, mas também não foi descartada a hipótese de ter havido uma reação que levou a paciente à morte.

   Diante disso, o governo decidiu não divulgar mais campanhas que estimulem as pessoas a tomarem a vacina, até que se tenham feito outros testes, com conclusões mais precisas e que forneçam garantias à população. Apesar dessa decisão, as vacinas não foram suspensas e continuam à disposição de quem queira tomá-las.

   O HPV, (papilomavírus humano) é um vírus que já foi descoberto há muito tempo e também não se verificou aumento na sua proliferação. Milhares de mulheres foram infectadas pelo vírus, todavia isso não evidenciou o desenvolvimento de câncer de colo de útero. O recente aumento do número de mulheres que passaram a desenvolver esse tipo de câncer, não se deve ao vírus em si, mas sim à diminuição da imunidade. Em vista disso, no lugar de se preocupar com campanhas de vacinação, a comunidade científica deveria pesquisar outras maneiras de melhorar a saúde da população.” (idem, ibidem)

   Aqui no Brasil estamos passando por uma forte campanha de vacinação contra o HPV e no próprio site do Ministério da Saúde brasileiro encontramos várias informações interessantes: esse vírus existe há milhões de anos na história da humanidade; afirma-se ainda que no mundo todo quase 300 milhões de pessoas estão contaminadas por ele; existem mais de 20 tipos do mesmo vírus, dentre esses, apenas dois estão relacionados ao desenvolvimento do câncer de colo de útero, segundo os estudos. Informa ainda que nem todas as pessoas contaminadas por esse vírus que produz o câncer irão desenvolvê-lo. Ou seja, a probabilidade de se desenvolver a doença é muito menor do que a porcentagem de efeitos colaterais que a vacina provoca.

   A autora japonesa deixa bem claro que a doença surge em pessoas com baixa imunidade, ou seja, a energia vital que impede a doença está debilitada. Assim, em vez de combater a enfermidade, não seria mais efetivo estudar formas de melhorar a saúde do ser humano? Esta é a opinião de Kumiko Utagawa e, como solução, ela apresenta dicas de boa alimentação e de prática de atividades físicas, pois acredita ser este o melhor caminho.

   “Por isso, analisando o fato de que 20% das meninas que são vacinadas desenvolvem reações negativas, penso que o melhor é não fazer uso dessa vacina. Existe a tese de que após tomá-la diminui-se o risco de contágio, mas não podemos ignorar o fato de que ela pode trazer danos para a vida.” (idem, ibidem)

   É fácil constatar que o foco para se combater a doença está errado. Em parte, toda essa mobilização é movida por interesses financeiros. Além disso, não se considera a existência do corpo espiritual que, igualmente ao físico, deve passar por limpezas. Estando purificados, corpo físico e espiritual, não haveria mais vírus que pudesse nos contaminar, viveríamos saudáveis e sem medos.

   E para adquirirmos mais saúde temos o Johrei, que purifica e fortalece o corpo humano, pois é a atuação da mesma energia da Criação. Com a graça de Deus, contamos com essa maravilha para vivermos tranquilos nesse mundo.

   A força do Johrei que canalizamos é fundamental para provar a sua eficácia, mas também é importante saber dar explicações cientificas que ajudem as pessoas que estão começando a recebê-lo e textos como estes que acabamos de ler, certamente ajudarão todos a entenderem um pouco mais o assunto. Podemos pensar também que essa é uma forma de propagar a doutrina, pois são textos de estudiosos do meio científico que, após muito empenho e pesquisa, chegaram a tal conclusão e passaram a divulgar essa verdade. Temos que tirar o chapéu para eles! É realmente incrível como, cada vez mais, se evidencia o quanto Meishu Sama estava certo!

Kumiko Utagawa é formada em Ciências farmacêuticas pela Universidade Meiji, em Tóquio, e graduada em Nutrição pela AHCN, em Portland, USA. Atualmente atua como pesquisadora, escritora e personal coach.
Bibliografia
Utagawa, Kumiko. O remédio produz a doença – mesmo assim, você vai continuar tomando?. Tóquio: Assa, 12ª ed., pp. 29-34, 2014. (Editado e publicado em japonês. Tradução livre para este artigo).

 

Homepage do Ministério da Saúde brasileiro
http://portalsaude.saude.gov.br/

Homepage do Ministério da Saúde japonês
http://www.mhlw.go.jp/

 

* Ministério da Saúde do Japão

**A autora se refere ao governo do Japão, mas isso ocorre no mundo todo.

***Síndrome de Guillain-Barré: doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico do corpo ataca parte do próprio sistema nervoso por engano. Isso leva à inflamação dos nervos, e provoca fraqueza muscular. Fonte: http://www.portalsaudenoar.com.br/a-sindrome-de-guillain-barre-no-saude-no-ar-desta-quarta-01-07/

***Encefalomielite aguda: doença que afeta o sistema nervoso central após uma infecção provocada por um vírus ou após a vacinação. Acontece principalmente em crianças e existe tratamento médico que pode demorar até seis meses para total recuperação, mas alguns pacientes podem ficar com lesões para toda a vida como dificuldades em raciocinar, perda de visão e até dormência em alguns membros do corpo. Fonte: http://www.tuasaude.com/encefalomielite-disseminada-aguda/

 

 

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